Nota na coluna de Sonia Racy sobre a apuração dos votos das prévias.
Nota na coluna de Sonia Racy sobre a apuração dos votos das prévias.
Floriano Pesaro falou sobre Acessibilidade durante a sessão.
Floriano Pesaro falou com muita propriedade, com a experiência de, não apenas vereador, mas também ex-secretario de Assistência e Desenvolvimento Social do Município de São Paulo, sobre o abandono de crianças.
A Reforma Política brasileira, há muito tempo esperada e ainda pouco discutida – ou seria evitada? – por todos nós, tem o desafio de construir consensos a respeito de pontos importantes para nossa nação. As discussões perpassam por diversos temas, tais como: os sistemas eleitorais (majoritário, proporcional ou misto); financiamento eleitoral e partidário; suplência de senador; filiação partidária; coligação na eleição proporcional; voto facultativo; data da posse dos chefes do Executivo; cláusula de desempenho; fidelidade partidária; reeleição e candidatura avulsa.
Enfim, a pauta é extensa e já há no Senado uma Comissão dedicada a debater o tema (Comissão de Reforma Política). Mas, no meu entender, tema nevrálgico nessa extensa pauta de discussões é a definição do modelo eleitoral para cargos proporcionais, como é o caso do Poder Legislativo.
Hoje, os representantes do povo no Legislativo (deputados federais, deputados estaduais e vereadores) são eleitos pelo voto proporcional, isto é, os partidos políticos ganham cadeiras em proporção ao número de votos que seus candidatos recebem em todo o Estado (ou cidade). Quanto mais candidatos, mais votos. No entanto, um mês após a eleição, 30% dos eleitores já não se lembra em quem votou, pois vota sem conhecer bem os candidatos. E a porcentagem cresce exponencialmente com o passar do tempo.
Apesar de o “esquecimento precoce” demonstrar a pouca relevância que damos ao nosso voto e seu impacto direto em nossas vidas, há mais por trás deste fenômeno.
O sistema vigente não consegue captar os anseios da população, que vive no território e tem suas demandas, necessidades e prioridades organizadas pela e na região em que residem.
Por este motivo, passei algum tempo lendo, estudando, tentando conhecer todas as saídas propostas. Sempre com duas palavras em mente: simplificar e aproximar.
E essas duas palavras dão conta de resumir e definir o modelo do voto distrital, que simplifica o sistema eleitoral do legislativo e por isso aproxima o cidadão da política. O modelo permite fiscalizar de perto o político eleito e, assim, podermos realizar as mudanças que tanto desejamos.
A ideia do modelo distrital é dividir cada região em distritos e fazer com que cada partido apresente apenas um candidato por região, simplificando o processo de escolha (cada cidadão poderá se aprofundar e conhecer bem a história de cada um dos candidatos de sua região antes de votar).
Além de votar naquele que, na sua opinião, mais conhece seu distrito, você não ficará sem representação caso seu candidato não seja eleito. O vereador ou deputado daquele distrito será conhecido por todos e atuará no legislativo representando toda a população daquela região; e não apenas daqueles que neles votaram.
Somente assim será possível dar mais poder de organização e mobilização aos cidadãos e suas lideranças comunitárias. Isso é ter “um parlamentar para chamar de seu”. Assim como temos um médico de confiança, devemos ter um político sobre o qual saibamos suas ideias e propostas e possamos, de fato, confiar e cobrar. Isso é simplificar, isso é aproximar.
Por isso, afirmo: Eu voto distrital. E você?
Floriano Pesaro
(Publicado em: http://www.blogdoguilhermebara.com.br/eu-voto-distrital-e-voce/)
Frase do vereador Floriano no Painel da Folha de São Paulo, sobre o pré-candidato a prefeitura de São Paulo, pelo PMDB.
Sempre que chegamos nesta época do ano fico imaginando por que devemos ter um dia específico para celebrar a mulher. Então, lembro que em minha jornada politica aprendi a importância de recordar.
Assim, nada mais justo do que escolhermos uma data para que possamos lembrar todos os direitos que a mulher teve que conquistar no decorrer dos séculos, devendo fazer uso de seus talentos para conseguir uma igualdade que até hoje ainda não se solidificou.
A mulher, durante milhares de anos, foi uma mera espectadora dos acontecimentos políticos e sociais, sem direito à palavra, ao voto, ao diálogo, ao patrimônio, à liberdade de escolher seu caminho profissional e nem mesmo à escolha de seu parceiro para a vida.
A mulher foi tolhida em suas liberdades individuais e considerada ser inferior, pasmem vocês!
Há algumas décadas, às custas de muito esforço, paciência, diplomacia e competência, a mulher vem conseguindo ampliar seu campo de ação e com habilidade e capacidade tem conseguido se provar tão ou mais capaz que qualquer homem, em todas as funções a que se dedica conquistar.
De presidentes a soldadas, de atrizes a pilotos, de executivas a jornalistas, as mulheres hoje fazem parte de todos os universos, agindo com a credibilidade e a desenvoltura de quem sempre teve que se haver com as múltiplas funções que o lar, a maternidade, o matrimônio e a família exigem.
Entretanto, não posso encerrar este discurso sem citar a importância de vocês.
Além de todo o malabarismos que seu afazeres exigem de vocês, ainda temos o privilegio de vê-las agir em beneficio dos outros, daqueles que não têm quem os defenda, quem os proteja.
Hoje, estamos aqui para lembrar este passado de escuridão e este longo caminho de conquistas da mulher.
Floriano Pesaro
Não há mais espaço para o lixo na cidade de São Paulo! Floriano Pesaro falou sobre resíduos sólidos e lixo eletrônico durante a sessão.
Na data de 6 de março de 2001, o Brasil perdia Mário Covas, um dos políticos mais preparados, corajosos, dignos e competentes que já conhecemos.
Mário Covas é o nome que passou a história do País como sinônimo de ética, firmeza e integridade. O fortalecimento da nossa democracia deve muito ao espírito público de Covas, que acreditava no povo e o defendia sempre.
Covas foi um poítico de brilhante trajetória. Foi vice-Presidente da União Nacional dos Estudantes, Deputado Federal por três vezes, fundador do MDB e depois do PSDB do qual foi presidente; Secretário de Estado do Governador Franco Montoro; Prefeito de São Paulo; Senador eleito com mais de 7milhões e 700 mil votos e finalmente Governador do Estado de São Paulo, reeleito em 1998 com 9 milhões e 800 mil votos. Um orgulho para todos nós paulistanos. Um orgulho para todos nós paulistas.
Sua dedicação à política e à história desse País deve servir de exemplo para todo homem público. Ele lutou contra a ditadura, motivo pelo qual teve seus direitos políticos cassados. Seus 33 meses a frente da Prefeitura paulistana foram suficientes, como ele mesmo dizia para “encurtar as distâncias socias na nossa Cidade”.
Ele garantia absoluta prioridade em obras e serviços na periferia, como os mutirões para construção de guias e, posterior, pavimentação de ruas e a implementação do passe gratuito no transporte coletivo para os idosos – iniciativa pioneira no País.
Mário Covas tinha uma dedicação especial aos idosos, sabia da importância deles, antevia o futuro no presente, trazendo a preocupação de que o País envelhecia e que era preciso um olhar especial, integrado e ativo para o envelhecimento saudável. Esse era o nosso Mário Covas.
No Senado, em 1986, foi o grande articulador das Comissões temáticas, que garantiram a participação democrática de todos os segmentos organizados da sociedade na elaboração da Constituição Federal, a nossa Carta Magna, de 1988.
Covas nunca se conformou com o fato de o PT, Partido dos Trabalhadores, não ter assinado a Constituição da República. Nunca se conformou com tal picuinha política.
Em 1995, Mário Covas assumiu o Estado de São Paulo em condições falimentares, praticamente quebrado. O primeiro governo do Estado de São Paulo pelo PSDB foi com Mário Covas.
Naquela época, assumimos um Estado falido. O ajuste fiscal corajoso e determinado e a modernização da gestão praticada por Mário Covas a frente do Governo de São Paulo foram, além de fundamentais para reerguer a máquina administrativa estadual, um dos fatores de êxito do Plano Real e a consequente estabilidade econômica conquistada pelo País, com o esforço do Presidente Fernando Henrique Cardoso. Foram Fernando Henrique Cardoso e Mário Covas que deram ao País a estabilidade tão necessária: a estabilidade econômica.
Digo isso porque, sem o Estado de São Paulo, não seria possível termos o Plano Real funcionando; temos a estabilidade da moeda e a estabilidade econômica.
Como dizia Mário Covas, era preciso, naquele momento, tirar os esqueletos do armário, tirar as dívidas e todo tipo de malversação de recursos que havia sido realizada até aquele momento.
Covas relançou o Estado de São Paulo no caminho do desenvolvimento econômico e social, trilha seguida pelos seus sucessores Geraldo Alckmin e José Serra. Esse é o Governo do PSDB, o Governo Tucano, o qual tem compromisso e, acima de tudo, respeito pela população: não mente, faz. Faz com competência e com honestidade.
Mário Covas deixou esse legado de coragem para momentos de adversidade. São três palavras mágicas: enfrentar, enfrentar, enfrentar. Enfrentar para vencer! É assim que pensam os tucanos.
Desferia estas frases memoráveis, que condensavam seu pensamento político. Em um de seus discursos, no ato em defesa da Cidade e da democracia, disse:
“Quando falo em seriedade, não falo em honestidade. Vou mais longe do que isso. Falo em integridade, capacidade de conduzir, de forma adequada, em cada circunstância, em cada momento, fazendo com que a política seja colocada num plano superior a cada um dos políticos. Ao fazermos isso, nós, certamente, estamos contribuindo para a ética na política”.
Esse era o Mário Covas, ficha limpa lá atrás.
Mário Covas faz falta. Faz falta no atual cenário político, como oposição que seria, sem dúvida alguma, à bandalheira que corrompe as estruturas federais no Brasil; à corrupção que permeia; à falta de vergonha na cara que temos hoje por parte do Governo Federal e de outros governos estaduais.
Mário Covas ia mais longe ao propagar que seriedade é obrigação do homem público. Defender o interesse público é obrigação do homem público. É necessário ter ética: ser sério e ter integridade moral. E dizia: “Enfrentar, lutar e vencer”, verbos que têm a cara de Mário Covas.
Ele deixou uma marca indelével para sua época e deixa, até hoje, para os jovens políticos. Nós, que na época, fazíamos parte da juventude do PSDB, orgulhamo-nos por termos defendido o Governo Mário Covas junto com o Presidente Fernando Henrique: dois grandes governos, dois grandes estadistas que o Brasil recebeu.
Hoje, nos inspiramos em seu legado, ação, moral, ética, em seu espírito público, características que faltam hoje para a grande maioria dos homens públicos deste País.
Floriano Pesaro
O vereador Floriano Pesaro apresentou voto de pesar pela morte da ciclista Juliana Dias, atropelada na Avenida Paulista.
É um motivo de grande satisfação e alegria, não só para a bancada aqui presente, mas principalmente para a própria cidade de São Paulo, a sua pré-candidatura a Prefeito.
Você, Serra, é sem dúvida nenhuma hoje o político brasileiro mais identificado com a nossa cidade. As marcas da sua atuação pública – trabalho, solidariedade com o próximo, determinação – são também as marcas do próprio povo paulistano. Um povo que, nas últimas três eleições que você disputou – para prefeito, governador e presidente – lhe garantiu a maioria absoluta dos votos da cidade.
A sua trajetória, Serra, é a prova de que a política, se conduzida com seriedade, honestidade e obstinação, pode fazer de fato a diferença na vida das pessoas. Você foi o deputado que viabilizou o programa seguro-desemprego, o ministro que introduziu no Brasil os medicamentos genéricos, o prefeito que acabou com as escolas de lata, o governador que investiu como nunca antes no Metrô e nos trens da CPTM. Entre tantas outras, são realizações que mudaram pra melhor a vida do povo, e em especial daqueles que mais precisam.
Conte conosco nesse jornada – estaremos com você em cada canto dessa cidade, defendendo as suas ideias e propostas para São Paulo. Você, que tanto fez muito por essa cidade, poderá fazer ainda muito mais. Vamos juntos, rumo à vitória!
Floriano Pesaro